Eleito presidente nacional do PSDB para o biênio 2013-2015, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) tem mais de 30 anos de vida pública.
Foi deputado federal por quatro mandatos (1987-1991; 1991-1995; 1994-1998; e 1998-2002) e presidente da Câmara dos Deputados. Em 1986, deputado federal mais votado de Minas Gerais para a Assembleia Nacional Constituinte, apresentou 46 emendas, com destaque para o direito de voto aos 16 anos.
Em 2002, foi eleito, em primeiro turno, governador de Minas Gerais, com 5.282.043 votos o equivalente a 58% dos votos válidos – a maior votação da história do estado, até então. Em 2006, reelegeu-se, também em primeiro turno, com 7.482.809 votos, 77,03% dos votos válidos, novamente um recorde.
Recomeçou no Rio Grande do Sul, onde participou na fundação do Partido Democrático Trabalhista (PDT) e de campanhas eleitorais. Exerceu o cargo de secretária municipal da Fazenda de Porto Alegre (1985~1988), presidente da Fundação de Economia e Estatística (1991~1993) e secretária estadual de Minas e Energia (1999~2002).
Em 2002, participou da equipe que formulou o plano de governo de Lula, ao assumir a chefia do Ministério de Minas e Energia, e posteriormente, da Casa Civil. Em 2010, foi escolhida pelo PT para se candidatar à Presidência da República na eleição presidencial.
Em 2002, participou da equipe que formulou o plano de governo de Lula, ao assumir a chefia do Ministério de Minas e Energia, e posteriormente, da Casa Civil. Em 2010, foi escolhida pelo PT para se candidatar à Presidência da República na eleição presidencial.
Em 1990, ingressou no Partido Socialista Brasileiro (PSB) e foi eleito deputado estadual. Chegou ao Congresso Nacional em 1994, mas ficou à disposição do Governo de Pernambuco. Exerceu os cargos de Secretário de Governo da Fazenda do Estado entre 1995 e 1998. Nesse mesmo ano, voltou a disputar uma vaga no legislativo federal e foi reeleito deputado, o mais votado do Estado (173.657 votos). No exercício do terceiro mandato como deputado federal, conquistado em 2002, Eduardo Campos destacou-se como articulador do Governo Lula nas reformas da Previdência e Tributária e figurou, por três anos consecutivos, na lista do DIAP (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) como um dos 100 parlamentares mais influentes do Congresso.
Tornou-se Ministra do Meio Ambiente em 2003 do governo Lula. Após o lançamento do Plano Amazônia Sustentável (PAS) em 2008, ela entrega a carta de demissão por causa da falta de sustentação da política ambiental no Brasil e volta ao Senado.
Em agosto de 2009, deixou o PT e entrou no PV (Partido Verde). Ao final do primeiro turno das, obteve 19.636.359 votos, o que correspondeu a 19,33% dos votos válidos da eleição presidencial, ocupando o terceiro lugar na disputa que seguiu para o segundo turno entre Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB). O resultado foi bem maior do que previam as últimas pesquisas de intenção de votos.

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