“A reunião houve, com a presidente, eu, o presidente da Câmara (Henrique Alves), o vice-presidente Michel Temer e outros líderes, mas não recebi nenhum convite”, disse Eunício ao O POVO. Questionado se aceitaria caso fosse convidado, respondeu apenas que está “bem no mandato” e na liderança do PMDB no Senado.
Eunício já foi ministro das Comunicações entre 2004 e 2005, no primeiro governo do ex-presidente Lula (PT). Este ano, é provável candidato ao Governo do Estado. O suposto convite de Dilma para um ministério seria uma forma de evitar que o senador se lançasse na disputa e, assim, preservar a aliança que apoia Dilma no Ceará, sob comando do governador Cid Gomes (Pros).
Informações de Brasília indicam que peemedebistas descontentes com a reforma ministerial ameaçam se rebelar contra o Governo e entregar cargos. Está marcada para amanhã reunião entre os 76 deputados federais do PMDB. Desde antes da reforma, o partido vem cobrando mais cargos na equipe de Dilma.
Eunício minimizou o descontentamento de integrantes do partido e garantiu que, ao menos no Senado, não há nenhuma movimento que sinalize ruptura. (Marcos Robério)

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