Avaliação é do próprio prefeito Roberto Cláudio (Pros), sobre o seu primeiro ano à frente da administração de Fortaleza, em entrevista na Tribuna Bandnews FM (101.7), concedida no final de novembro.
Mas nesse balanço de 2013 constam polêmicas e problemas que também marcam o início da atual gestão.
Desde o começo o novo prefeito contou com ampla maioria na Câmara de Fortaleza, onde foi aprovada, em janeiro, a reforma administra que criou oito novas pastas, entre secretarias e coordenadorias. Para a equipe, o prefeito nomeou o próprio irmão na Secretaria de Governo.
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Em maio, foi cancelado, sob justificativa de mal funcionamento, o terceiro turno nas 37 unidades básicas de saúde (USB) que atendiam das 17 às 21 horas. O decisão foi criticada pela oposição e por vereadores ligados à gestão da ex-prefeita Luizianne Lins.
De julho a outubro, a construção dos viadutos na esquina das Avenidas Engenheiro Santana Júnior e Antônio Sales casou polêmica, com direito a embargos judiciais, disputas jurídicas, mobilização de ambientalistas, ocupação do Parque do Cocó por ativistas contrários a obra, visita surpresa do governador, padrinho político do prefeito, ao local, tentativa de desocupação fracassada com uso da Guarda Municipal e finalmente a desocupação, com ordem judicial, feita pela Polícia Militar.
Em novembro, milhares de mães de crianças que completam 3 anos em 2014 foram surpreendidas com o anúncio de seus filho não poderão continuar em creches de período integral. O serviço será retomado nessa faixa de idade somente em 2015, quando novas unidades deverão ser entregues.
Em dezembro, novo desgaste, com a proposta de aumento escalonado do IPTU, entre com índices que variam de 17% a 35%. Em alguns casos, o reajuste poderá chegar a 50%, em apartamentos de andares superiores.

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